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Chef Corner

Esta rubrica pretende divulgar testemunhos em primeira mão da utilização de Flor de Sal e Sal Marinho Tradicional....

 

 
Mário Stromp

Chief Operating Office

 

                  

Defino-me como hoteleiro de profissão e de paixão e sou atualmente administrador da Associação de hotéis e restaurantes de Charme Relais & Chateaux. Tomei conhecimento da flor de sal no inicio de 2000, primeiramente em França, por força da profissão, onde fui conhecendo grandes Chefes de cozinha.

 

Nessa altura e sabendo que Portugal era um país produtor de sal, pesquisei e encontrei no Algarve os primeiros produtores da Flor de sal. Foi para mim uma grande satisfação ver a paixão e o cuidado com que este verdadeiro ouro da cozinha era tratado, recolhido e exportado para os quatro cantos do mundo.

As salinas, o respeito pelo ambiente, as pessoas que nelas trabalham, o saber humano transmitido ao longo da nossa história, o parque natural em que se inserem foram uma experiencia de amor à primeira vista.

 

Desde aí e enquanto embaixador de Portugal nas reuniões internacionais, este foi sempre o meu produto de paixão.
Mais tarde e quando abrimos o Vilamonte, em Moncarapacho, a flor de sal passou a ser o cartão-de-visita nos quartos.

No grupo hoteleiro em que trabalho, de norte a sul, a vossa flor de sal está presente. Recentemente (Novembro de 2011) fomos anfitriões do congresso internacional da Relais & Chateaux em Lisboa e uma vez mais a Flor de Sal esteve em todas as bancadas dos chefes. Os participantes adoraram o produto naquele saquinho mágico que lhes foi oferecido.

Particularmente, utilizo a flor de sal como gesto finalizador de um grelhado ou de uma salada e quando há oportunidade em cima de um bom foie gras.

  
 
 
João Carrolo
Programador

         

Natural de Santarém, tem formação em Ciências da Comunicação e em Análise e Curadoria das Artes Performativas.

 

Fez parte de vários grupos de teatro amador e universitário e mudou-se para Faro para integrar o Gabinete de Projeto do Teatro Municipal de Faro.


É programador do Teatro Municipal de Faro e ainda o coordenador do Serviço Educativo desta estrutura.

Confesso que andei meio distraído durante anos e foi preciso mudar de cidade e estabelecer-me no Algarve para descobrir a flor de sal. E confesso ainda que não foi um amor à primeira vista/prova.

Nas primeiras utilizações pouco me levava a distinguir a flor de sal do sal convencional que usava há anos. Foi necessário refinar o meu paladar, juntar novas técnicas e a confeção de novos pratos à minha lista de “habilidades de cozinha” para descobrir as qualidades da flor de sal. E foi sobretudo necessário usá-la continuadamente para me desiludir com a aspereza do sal marinho convencional quando a ele era forçado a voltar.

É precisamente a leveza e a subtileza da flor de sal que aprecio. E assim, é nos pratos mais delicados, naqueles onde o sabor dos alimentos está mais à mostra, que a flor de sal faz para mim toda a diferença. E por isto já não dispenso o toque final da flor de sal nas minhas saladas frescas de verão, no guacamole e outros patés, e nas várias versões de atum braseado com que atualmente tento impressionar as visitas. 
 
 

 
Benedita Salema
Directora de Operações
Confeitaria Nacional

 
           
O sal marinho e Flor de sal do Algarve, fazem parte do nosso património: pela sua riqueza como produto; pela sua envolvência paisagística e cultural; pela sua genuinidade.


A utilização destes produtos proporciona experiências únicas, quando utilizados no momento adequado, no prato certo. Tive a sorte de aprender e partilhar estas experiências com diversos Chefs de Cozinha com quem trabalhei e hoje com simplicidade usufruir com prazer das mesmas.


A maravilha do contraste de uma simples mousse de chocolate com Flôr de sal e pimenta rosa; a simplicidade do azeite, alecrim e flor de sal com pão algarvio; a frescura de um robalo do mar ao sal marinho; o luxo de uma terrina de foie gras, cebola confitada e flor de sal; e com algum engenho, sabedoria e imaginação muitas mais… delicie-se!